terça-feira, 2 de fevereiro de 2016

Enquanto isso, na floresta preservada, autoridades investigarão uso de garrafas PET no lugar de máscaras de oxigênio um UTI neonatal

A Secretaria de Saúde do Amazonas, um dos estados mais preservado da Amazônia, informou hoje que investigará o uso de garrafas PET no lugar de máscaras de oxigênio em dois amazônidas recém-nascidos no Hospital de Jutaí, interior do estado. O caso ocorreu na semana passada. Um das crianças morreu.

Em nota, a secretaria disse que entrou em contato com a direção do hospital neste fim de semana e recebeu a informação de que o casal de gêmeos nasceu prematuro, com 7 meses, e que a menina tinha um quadro pulmonar mais debilitado.

A direção do hospital de Jutaí declarou que “a falta da máscara de venturi – que não estava disponível na unidade e que foi substituída pelo material improvisado de garrafa PET – não teria contribuído para o óbito do bebê”.

O menino, que foi submetido aos mesmos procedimentos da irmã, já recebeu alta.

Uma equipe da Secretaria-Adjunta de Atenção Especializada do Interior vai à cidade hoje (1º) para investigar o caso e adotar as medidas cabíveis.

As ONGs ambientalistas, que tanto lutam pela preservação da Amazônia não emitiram um único pio em relação à proteção dos amazônidas.

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